Diana-Dru, entre nós e laços


Sábado , 30 de Julho



Trânsito

 

 

Não bloqueio sonhos. Mas quem guarda mantém olhos fechados para detalhes. Ando calma sem assustar mistérios. Silêncio desarmado como quem tece pacto pesado.

Ando calada como recomeço de estrada, um verbo rouco em garganta inflamada. Uma entrelinha vermelha que desnuda papel e cai.

E o fato: nunca estou onde o poema se põe. Nunca me acho quando por ele estive. Tampouco me perco por onde nele nunca fui. Só-sigo-em-trânsito.


Escrito por Diana-Dru às 22h28
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Quinta-feira , 28 de Julho



Per Te

 

 

Não sombreei tuas cores... mas desaparecem.

 

  

Seria a rota de um sonho

Não fosse a cor do cobre

Dourado

 

Seria o sustento

Não fosse esmola

Colorindo cestas

Chapéus

 

Assim eu danço

Sem estrelas.

 

Sonho (in)vocação

A própria paixão

Seja quanto como for

Sempre (nos) custa

 


Escrito por Diana-Dru às 14h43
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